Eloás, Moniques, Camilas, Alexandres, Annas…

Que minhas idéias normalmente são retrogradas para os atuais padrões e sou considerada a conservadora quando o assunto envolve relacionamento, a grande maioria já sabe.

Mas só agora alguns começam a bater na tecla que já bato algum tempo.

Que tipo de família deixa uma menina de 13, 14, 15 anos namorar? Seja com alguém da mesma idade ou na pior da hipótese, mais velho. Muitos defendem as famílias e culpam as meninas por buscar (cada dia mais) a sexualidade de forma tão precoce.
Essa idéia não desce na minha garganta.
Sempre defendi que família é base de tudo.
A criação é à base de qualquer pessoa.
Lógico que existem exceções e muitos acabam optando por caminhos errados mesmo sendo criados no caminho certo. Mas são considerados exceções e isso basta.

É um ciclo onde pessoas que cresceram sem a menor base familiar resolvem ter um filho, assim como trocamos de roupa, bebemos água… Essa criança cresce sem o menor apoio, sem a menor referência de certo X errado e aos 12 anos já tem namoradinho, usa roupas vulgares e procura parecer uma mulher com o dobro da idade.

Vou excluiressa péssima desculpa ondejogam aculpa para os homens.

Aquele lado da sociedade onde homens comem sem pensar que estão fazendo exatamente o oposto.

Alimentando.

Alimentando a idéia nojenta e repulsiva de machinho-do-papai onde foi gerado e criado para ter um comportamento-alexandre-frota.

Se todos nós, independente de sexo continuarmos acreditando que uma criança de 15 anos pode amar e viver uma relação vamos estar abrindo espaço para mais eloás, moniques, camilas e conseqentemente alexandre nardoni e anna carolina peixoto jatobá.
E da minha parte, chega desses assuntos por aqui.

Defendo o termo falta de laço.
Mesmo achando que o corretoé falta de rédea.

Carol

Gaúcha, dona do Garota Nerds. Indignada com boa parte do que vê, ouve e consequentemente, sente.

  • Concordo absolutamente…