Jogador de StarCraft II pegando mulher na balada

StarCraft 2

Brasileiro geralmente é sinônimo de criatividade. E para ganhar mais um ponto neste quesito, um jogador brasileiro publicou um texto simplesmente genial em um dos fóruns sobre StarCraft II no site da Battle.net, contando sua aventura (baseada no jogo) para conquistar uma gata em uma balada.

Outro dia fui na balada e vi uma mina muito gata. Falei com meus amigos: “Trampo grande hein!?”. Eles concordaram. Não conseguia tirar os olhos da mina.

Fiquei um pouco intimidado já que ela era linda, daquelas que não iriam dar moral para um cara como eu. Achei aquilo um pouco falta de coragem e pensei “Hora de ser homem” e fui falar com ela. Cheguei perto dela e disse: Diz aí gracinha!” “O que que tá pegando?”

Conversamos por um bom tempo até que ela cedeu aos meus avanços e um beijo aconteceu. Lembro de ter dito em voz alta “Caramba! Já tava na hora!” neste momento.

Ficamos dançando por um tempo até que outro cara começou a dar encima dela. Fiquei nervoso com a situação e falei pro cara “Tá afim de treta moleque?”. Por minha sorte, ele afastou-se, porém senti que iria chamar os amigos. Pensei eu sair dali para evitar problemas. Decidi convidá-la e ela concordou. Lembro de ter indagado “Vamos logo” “Estamos perdendo tempo”. Cheguei em meu amigo e falei “Segura a onda aí irmão”. Ele percebeu que eu estava saindo com uma gata e perguntou como consegui aquele feito. Respondi com superioridade “no ar ou no chão, tudo cai na minha mão”

Entramos no carro e acelerei forte para minha casa no melhor estilo “Queima borracha”. Ela achou o máximo, então indaguei: “É isso mesmo, eu sou o dono da estrada” “Eu nunca piso leve”.

Após alguns minutos, chegamos no meu cafofo. Ela olhou ao redor e perguntei “Que foi? Quer alguma coisa?”. Ela pediu um drink e eu disse “É pra já”. Bebemos juntos.

Algum tempo depois disse a ela: “Tenho um comunicado a fazer, estou bêbado”. Já estávamos alegres e confortáveis. Deitei na cama e disse: “Vem sentir o meu amor”. Ela veio e depois de algum tempo a coisa foi esquentando. Eu já estava “Armado e pronto”. Puxei ela pra perto e ela perguntou o que era aquilo. Respondi: “Na verdade tem uma granada na minha calça”.

Em certo momento comecei a sentir algo estranho. Foi aí que a vergonha começou a cair sobre mim. “Putz… detonação precoce”.

Ainda bem que ela foi muito compreensível e ficamos conversando sobre coisas banais tipo “normalmente eu não dou carona pra estranhos”.

Finalmente aquele sentimento estava voltando e pensei “Oba, hora extra”. Ela olhou pra mim com uma expressão de “eu sei o que você tá pensando”. Depois disso só lembro que as últimas coisas que disse foram: “Abre caminho tá chegando”“Kaboom doçura”.

Na manhã seguinte acordamos bem tarde. Abri as cortinas e pensei “A luz do dia tá queimando”. Ela me perguntou se eu queria café da manhã e eu respondi “Parece um bom plano”. Ela perguntou o que eu queria comer: “Quero manteiga no biscoito”.

No final o relacionamento não deu certo. Fico pensando “quase gol não é vitória”. Um dia eu disse pra ela “não me deixa na mão”, mas mesmo assim ela não deu bola. No final nos tornamos grandes amigos.

Às vezes saímos para beber com a galera: “Nada melhor do que ficar calibrado com os amigos”.

Quem está jogando StarCraft II: Wings of Liberty deve estar, assim como eu, dado gargalhadas a cada parágrafo. Para quem nem sabe o que é Starcraft II e não entendeu po**a nenhuma, o texto em negrito se refere à fala dos personagens dentro do jogo.

Genial!

Leonardo R.

Analista de TI, graduado em Internet e Redes de Computadores, apaixonado por tecnologia, música e viagens. Mountain biker por hobby, e jogador de Xbox One e alguns jogos da Blizzard nas horas vagas. Também curte fotografia, filmes, séries e web em geral.