Michael Douglas inveja.
Cada dia as pessoas estão mais revoltadas com a falta de respeito ao consumidor e exigindo das empresas uma atitude no mínimo séria ou quem sabe até honesta.
Mas normalmente a nossa revolta se resume em ficar horas penduradas no telefone, ouvindo uma música que não existe opção de escolha e esperar a boa vontade de algum atendente que com toda certeza vai repassar a ligação para outro e assim por diante. O ultimo atendente é sempre o que mais sofre, é sempre aquele que escuta o que a sua educação, calma e gentileza não permitiram dizer ao primeiro. E em muitos casos mesmo ouvindo toda verdade sobre a mãe, ele ainda não resolve o problema.
Acredito que o promotor de eventos Adriano Matias passou por essa situação e diferente de muitos não fez parte do grupo “comodismo” e ainda conseguiu dar “ênfase” (que eufemismo podre) na profissão. Pois tenho certeza que ele nunca vai promover evento melhor que esse.
Na tarde de quarta-feira, dia 15 de outubro ele resolveu procurar uma forma “alternativa” (outro) de receber no mínimo atenção para o seu problema. Já que dessa forma talvez ele não encontrasse a solução.
O evento protesto foi destruir uma geladeira que já havia sido comprada algum tempo e depois de muitas trocas, consertos e sessões de descarrego ainda apresentava problema.
Adriano pagou o frete, foi até a loja onde fez a compra e que seguia a regra que todos nós conhecemos: “já pagou? então não temos mais interesse pelo senhor” e com golpes de picareta destruiu a geladeira.
Com direito a chutes e deixar o produto destruído, em plena calçada, sendo assim rodeado por pessoas que passavam no centro de Vitória.
Diante disso tudo, o gerente da loja disse que não poderia fazer nada pelo consumidor, já que a garantia estava vencida (esse cara não tem amor a vida, mesmo vendo o cliente usar uma picareta na geladeira, deu essa resposta).Logo após saber do ocorrido o fabricante da geladeira decidiu trocar (trocar o que restou?) por um novo produto, do mesmo modelo.
Agora que já sabemos que esse tipo de evento protesto funciona, só precisamos de uma informação: Qual era o fabricante da geladeira?
cara ele e muito loco mas nao e assim que resolve nao
apessa que nao tiro a rasão dele pois os cara nao ajuda ninguém mesmo
^^
Apesar de morar na minúscularoçalitorâneacomamelhorqualidadedevidadobrasil chamada Vitória (no ES, não é Vitória da Conquista/BA), desconhecida do Jornal Nacional e outros, eu não ouvi as marretadas lá do meu trabalho. rs
Mas tenho uma informação para você, acredite, era uma Brastemp, quando me falaram não acreditei também.
A mídia ficou preocupada em divulgar até o fabricante da picareta que ele usou e esqueceram o da geladeira.
Marcelo, a rasão é impossível você tirar e no seu caso o único “cara” que pode ajudar é Deus.
É certo que essa foi a única forma do consumidor obter o reparo do prejuízo sofrido. Penso que, mais necessário do que saber qual o fabricante, seria saber a empresa que a vendeu. Ter um zé ruela daquele naipe como gerente é inaceitável. Ou ele, o gerente, reflete a política da loja?
que eu me lembro foi em frente à Casa e Vídeo.
A marca da geladeira é DAKO, tenho uma igual, que ainda nao apresentou nenhum problema. Mas, se acontecer, ja sei oq fazer. Hehehehe